E se…eu conseguisse ver o envelhecimento como um ato de amor?
Convido a uma reflexão, digna de uma ida (e volta) à Lua, ou qualquer Planeta ou Estrela. Tudo menos ficar no mesmo sitio. Tanto alarido, e não é para menos, pois o convite que aqui lanço, é uma viagem/desafio, mão na mão com S. João da Cruz, à perceção individual...
São João da Cruz: pintura do mês
Original de São João da Cruz Séc XVI. E disse o Pastorinho: Ai, desditado!De quem do meu amor se faz ausenteE não quer gozar de mim presente!Seu peito por amor tão magoado! (Poesia 7, excerto) Francisco Machado 14 anos Maria Machado 10 anos Passado tempo em árvore...
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E se…eu conseguisse ver o envelhecimento como um ato de amor?
Convido a uma reflexão, digna de uma ida (e volta) à Lua, ou qualquer Planeta ou Estrela. Tudo menos ficar no mesmo sitio. Tanto alarido, e não é para menos, pois o convite que aqui lanço, é uma viagem/desafio, mão na mão com S. João da Cruz, à perceção individual...
São João da Cruz: pintura do mês
Original de São João da Cruz Séc XVI. E disse o Pastorinho: Ai, desditado!De quem do meu amor se faz ausenteE não quer gozar de mim presente!Seu peito por amor tão magoado! (Poesia 7, excerto) Francisco Machado 14 anos Maria Machado 10 anos Passado tempo em árvore...
Do imaginário, esse manancial de memória
Tanto para criar como para ler uma obra de arte, é necessário um banco de imagens, consideravelmente grande, acumulado no acervo da nossa memória. Esse acervo, tanto maior será quanto mais amplo for o nosso conhecimento artístico, histórico, antropológico, teológico, doutrinal, espiritual, etc.
Oração como caminho interior
Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoação e uma mulher, chamada Marta, recebeu-O em sua casa. Ela tinha uma irmã chamada Maria que, sentada aos pés de Jesus, ouvia a Sua palavra. Entretanto, Marta atarefava-se com muito serviço. Interveio então e disse: «Senhor, não Te importas que minha irmã me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que venha ajudar-me».
E se…eu conseguisse ver o envelhecimento como um ato de amor?
Convido a uma reflexão, digna de uma ida (e volta) à Lua, ou qualquer Planeta...
São João da Cruz: pintura do mês
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Do imaginário, esse manancial de memória
Tanto para criar como para ler uma obra de arte, é necessário um banco de...
Oração como caminho interior
Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoação e uma mulher, chamada Marta,...
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Desafios
Claustro
Espaço de diálogo, reflexão e espiritualidade
Claustro é aquele lugar que, no convento, faz a mediação entre o exterior e o interior, ou permite que do interior se penetre ainda mais no mais interior da casa; dá também para quatro dedos de conversa e para vislumbres de céu.
Promoção do diálogo
Nos tempos que correm, sentimo-nos na obrigação de «caminhar juntos até à meta». Não temos a verdade toda; porém, não desprezamos as pepitas com que somos agraciados e os grãos de sabedoria que vamos burilando. Abrir e partilhar O Claustro é para nós uma urgência, que só um caminho temos por justo: cuidar a pessoa na sua unidade e integridade, desde a fé e o amor à Igreja que aprendemos com nossos pais Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, fazendo-nos companheiros de caminho e abrindo-nos às perplexidades do mundo.



