A Fonte que mana e corre

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Que doce é entrar neste Claustro em ano jubilar de S. João da Cruz! Celebramos os 300 anos da sua canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja. Aproximarmo-nos deste grande santo e nosso Pai no Carmelo Descalço, não tenho dúvidas, é arrojado já para não dizer atrevido. Mas porque Deus permite tal atrevimento venho partilhar, alguns ecos que resultam da leitura de um seu poema. Usando o símbolo da Fonte, o nosso Doutor da Igreja compõe um poema que é uma verdadeira oração, um Cantar da alma que folga em conhecer a Deus por fé.

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A Fonte que mana e corre

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Que doce é entrar neste Claustro em ano jubilar de S. João da Cruz! Celebramos os 300 anos da sua canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja. Aproximarmo-nos deste grande santo e nosso Pai no Carmelo Descalço, não tenho dúvidas, é arrojado já para não dizer atrevido. Mas porque Deus permite tal atrevimento venho partilhar, alguns ecos que resultam da leitura de um seu poema. Usando o símbolo da Fonte, o nosso Doutor da Igreja compõe um poema que é uma verdadeira oração, um Cantar da alma que folga em conhecer a Deus por fé.

São João da Cruz: pintura do mês

São João da Cruz: pintura do mês

Original de São João da Cruz Séc XVI. E disse o Pastorinho: Ai, desditado!De quem do meu amor se faz ausenteE não quer gozar de mim presente!Seu peito por amor tão magoado! (Poesia 7, excerto) Francisco Machado 14 anos Maria Machado 10 anos Passado tempo em árvore...

Do imaginário, esse manancial de memória

Do imaginário, esse manancial de memória

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Tanto para criar como para ler uma obra de arte, é necessário um banco de imagens, consideravelmente grande, acumulado no acervo da nossa memória. Esse acervo, tanto maior será quanto mais amplo for o nosso conhecimento artístico, histórico, antropológico, teológico, doutrinal, espiritual, etc.

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Espaço de diálogo, reflexão e espiritualidade

Claustro é aquele lugar que, no convento, faz a mediação entre o exterior e o interior, ou permite que do interior se  penetre ainda mais no mais interior da casa; dá também para quatro dedos de conversa e para vislumbres de céu.

 

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Promoção do diálogo

Nos tempos que correm, sentimo-nos na obrigação de «caminhar juntos até à meta». Não temos a verdade toda; porém, não desprezamos as pepitas com que somos agraciados e os grãos de sabedoria que vamos burilando. Abrir e partilhar O Claustro é para nós uma urgência, que só um caminho temos por justo: cuidar a pessoa na sua unidade e integridade, desde a fé e o amor à Igreja que aprendemos com nossos pais Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, fazendo-nos companheiros de caminho e abrindo-nos às perplexidades do mundo.

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