Num tempo de agitação, de pressas, de mil tarefas a que somos chamados durante um dia, fácil é esquecer os pequenos nadas (importantes) que julgamos menos urgentes e facilmente adiamos ou abolimos, por vezes, de forma egoísta, num movimento de fechamento ao outro. Os pequenos nadas de um olhar com tempo, de um telefonema com escuta, de um compasso de espera no tempo do outro, de uma visita espontânea a um amigo, a um familiar, com genuína empatia, com genuína e gratuita ternura.







