Santa Teresa de Jesus terá dito em determinada altura que «nós somos os livros que lemos». Na senda do que afirmou Santa Teresa, permitam-me que partilhe aqui um pouco da minha experiência com os livros e com a leitura.

Professora. Doutorada em Ciências da Educação
Santa Teresa de Jesus terá dito em determinada altura que «nós somos os livros que lemos». Na senda do que afirmou Santa Teresa, permitam-me que partilhe aqui um pouco da minha experiência com os livros e com a leitura.
Santa Teresa de Jesus terá dito em determinada altura que «nós somos os livros que lemos». Na senda do que afirmou Santa Teresa, permitam-me que partilhe aqui um pouco da minha experiência com os livros e com a leitura.
O Papa Francisco convidou-nos a viver o Jubileu da Esperança e muitas atividades se dinamizaram a partir deste convite, nomeadamente as peregrinações aos lugares santos em Roma. Muitos grupos se deslocaram até à Sede de Pedro para manifestar a sua esperança no...
Quando olhamos o triste espetáculo das guerras em curso e em expansão, experimentamos um sentimento de impotência face à loucura. E isso deixa-nos literalmente sem palavras. Quando o Papa Paulo VI na sua encíclica “Populorum Progressio” afirmava que “desenvolvimento é...
Enquanto o bem não vence e o mal não se desvanece, perante «a terceira guerra mundial em pedaços», cabe-nos a tarefa de, pessoal e comunitariamente, desenvolvermos um olhar e uma ação proféticos. E se acaso, sermos capazes de denunciar as forças que nos induzem à...
Depois de observar os resultados das eleições europeias e de ouvir comentários de pessoas provenientes de diferentes quadrantes de pensamento emergiram dentro de mim, duas ideias principais: a primeira é que uma viragem à “Direita” é entendida como um retrocesso por um largo espectro de pensadores que se autoconsideram como “liberais”; a segunda é que a colagem a entre Direita e Extrema-Direita foi, muitas vezes, apresentada como uma inevitabilidade, fazendo confluir nesse grande chapéu da “Extrema Direita” perspetivas políticas muito diversas e posicionamentos perante a sociedade, a humanidade e a cultura, também eles muito diferentes. Não são, por exemplo, comparáveis a “extrema direita” italiana e a francesa: as suas motivações e valores são distintos.
Num tempo de ausência de paz em todo planeta, em que não há praticamente continente nenhum livre de guerras, desde as mais antigas e esquecidas às mais recentes, sentimo-nos atravessados culturalmente por um contexto dilemático, do qual destaco o dilema da presença-ausência em que parece impossível traçar caminhos de paz.
Durante esta semana Portugal, e Lisboa em particular, viveram uma experiência única, nunca antes vivida, de reunir no seu território um milhão e meio de pessoas, quase todas jovens, nas Jornadas Mundiais da Juventude, com a presença do Papa em território português...
Até onde pode o Estado democrático legislar? Pode o Estado intrometer-se na vida privada dos cidadãos e das famílias? O que podem os pais decidir em questões de educação? Qual é a articulação desejável entre família e escola? O que podem, e devem fazer, as famílias...
Onde e fala de paz quando aumentam os cenários de guerra e recrudescem os seus crimes e atentados à vida e à dignidade humana e autodeterminação dos povos. “Paz” é um termo que todos parecemos entender e podemos associar a tranquilidade interior, bem-estar individual...
Os debates sobre igualdade de género têm-se multiplicado, mas nem todos se referem ao mesmo assunto. Pretendo, com esta breve reflexão, partilhar a minha humilde perspetiva, a partir do que tenho lido, estudado e pensado. Para se compreender melhor o que...