Será possível traduzir em palavras a experiência do encontro com Deus? Será a linguagem humana capaz de dizer o inefável? Como traduziu S. João da Cruz a sua experiência mística? Qual a linguagem que utilizou para a dar a conhecer?
Será possível traduzir em palavras a experiência do encontro com Deus? Será a linguagem humana capaz de dizer o inefável? Como traduziu S. João da Cruz a sua experiência mística? Qual a linguagem que utilizou para a dar a conhecer?
Será possível traduzir em palavras a experiência do encontro com Deus? Será a linguagem humana capaz de dizer o inefável? Como traduziu S. João da Cruz a sua experiência mística? Qual a linguagem que utilizou para a dar a conhecer?
Este não é um texto sobre Tomé. Nem sobre Tomás. Nem sobre Tomás de Picos. Também não é sobre anjos como, ao início, parece que se insinua. Este texto é sobre o que é, mas para o saber terás de o ler. E não precisas de saber alemão. Não me parece nada justo que se desvele já aqui o seu argumento. Por isso, por favor, lê. Lê muito, leitor.
Santa Teresa de Jesus terá dito em determinada altura que «nós somos os livros que lemos». Na senda do que afirmou Santa Teresa, permitam-me que partilhe aqui um pouco da minha experiência com os livros e com a leitura.
Em 2026 celebra-se os 300 anos da canonização e os 100 anos do doutoramento eclesial de São João da Cruz, sob o lema «A esperança alcança tanto quanto espera», incentivando os fiéis a aprofundarem o legado místico e espiritual deste santo carmelita. Em 2025...
Hoje gostaria de falar-vos de São Rafael Arnáiz Báron. E porquê? Porque este ano, 2026, estamos a viver um ano jubilar de São João da Cruz e também porque gostaria de refletir acerca da doença. Muitos de nós ou enfrentamos a cruz da doença ou conhecemos alguém que sofra com ela, por vezes até pessoas que amamos muito. E o testemunho de vida e de espiritualidade do Irmão Rafael parece-me excelente, não só porque ele foi um grande admirador de São João da Cruz, mas porque ele próprio levou vida de doente. Eu espero que o testemunho do Irmão Rafael nos ajude a todos.
Tanto para criar como para ler uma obra de arte, é necessário um banco de imagens, consideravelmente grande, acumulado no acervo da nossa memória. Esse acervo, tanto maior será quanto mais amplo for o nosso conhecimento artístico, histórico, antropológico, teológico, doutrinal, espiritual, etc.
No dia 1 de janeiro comemora-se o Dia Mundial da Paz. Ironicamente, passadas poucas horas, deflagrou novo conflito armado, a somar aos que se mantêm do ano que findou. Será a paz apenas uma utopia? Será a guerra uma inevitabilidade?
Em breves linhas procuraremos explorar a recepção de São João da Cruz em Portugal. Quando na primavera de 1585 calcorreou Portugal de lés a lés, desde Vila Verde de Ficalho até Lisboa, de facto, ainda que de modo ténue, ele já cá tinha chegado. Não temos provas, temos...
A azáfama natalícia começou bem cedo. Há muito tempo que as montras se iluminaram e que a publicidade fez questão em recordar a proximidade do Natal, anunciando todo o tipo de produtos para o “natal perfeito”, parecendo querer tornar realidade o verso de Ary dos...
O Papa Francisco convidou-nos a viver o Jubileu da Esperança e muitas atividades se dinamizaram a partir deste convite, nomeadamente as peregrinações aos lugares santos em Roma. Muitos grupos se deslocaram até à Sede de Pedro para manifestar a sua esperança no...