Rui Guerra

Rui Guerra

Professor universitário. Carmelita secular

Teologia existencial para ateus

Teologia existencial para ateus

É que Deus planta frequentemente sementes da inquietação espiritual nos corações dos ateus. E eles vão procurar respostas; à sua maneira, na sua perspetiva, no seu tempo, mas vão procurar. E se por acaso estivermos na rota de procura de um ateu e ele chocar connosco, então é bom que estejamos preparados para responder ao maior número possível de perguntas sem recorrer ao catoliquês. Esta é, portanto, a minha tentativa de explicar a fé em ateuês.

Teologia existencial para ateus

Teologia existencial para ateus

É que Deus planta frequentemente sementes da inquietação espiritual nos corações dos ateus. E eles vão procurar respostas; à sua maneira, na sua perspetiva, no seu tempo, mas vão procurar. E se por acaso estivermos na rota de procura de um ateu e ele chocar connosco, então é bom que estejamos preparados para responder ao maior número possível de perguntas sem recorrer ao catoliquês. Esta é, portanto, a minha tentativa de explicar a fé em ateuês.

A Fonte que mana e corre

A Fonte que mana e corre

Que doce é entrar neste Claustro em ano jubilar de S. João da Cruz! Celebramos os 300 anos da sua canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja. Aproximarmo-nos deste grande santo e nosso Pai no Carmelo Descalço, não tenho dúvidas, é arrojado já para não dizer atrevido. Mas porque Deus permite tal atrevimento venho partilhar, alguns ecos que resultam da leitura de um seu poema. Usando o símbolo da Fonte, o nosso Doutor da Igreja compõe um poema que é uma verdadeira oração, um Cantar da alma que folga em conhecer a Deus por fé.

A Graça de Natal

A Graça de Natal

Neste Claustro, neste silêncio que escuta e onde o nosso coração pode ouvir a voz de Deus, através de quem o visita, a nossa alma abre-se ao momento que estamos prestes a viver: o nascimento de Jesus, Deus feito Menino. A cada ano, renova-se o desejo de O conhecer e amar mais, o nosso coração dilata-se, o nosso entendimento recebe novas luzes, ao abeirar-nos da grandeza do amor de Deus por nós.

Irmã Lúcia – o dom de si

Irmã Lúcia – o dom de si

«Escoavam-lhe por entre os dedos todas as ofertas que lhe faziam e não se alegrava senão quando as repartia por todas as irmãs da comunidade…e não só!» Que grande lição de vida, a experiência que Lúcia me transmitiu naquela simplicidade pura e quase inocente, ao...

Eternidade começada

Eternidade começada

Desde sempre me procuraste:um dia Te reconheci.Que feliz desde então me tornastepelo amor que em Ti vi. Antes de tudo criar,com Meu Pai te desejeie nos pusemos a sonhar:«Quantas coisas por ela farei!» Conheci-Te na paz e na alegriae também nas graças que não...

O desespero do coração fechado

O desespero do coração fechado

O coração fechado não tem esperança? É inevitável o perigo de colapso e sufoco interior? O que é que temos de fazer para conseguir escapar às masmorras de frio desespero e desapontamento que tentamos disfarçar? Como é que a abertura do coração se pode dar? Podemos dizê-lo numa palavra: na oração, oração a Deus, apenas na oração (Karl Rahner)

Minha Mãe, a Virgem Maria

Minha Mãe, a Virgem Maria

O profeta Elias é considerado o pai espiritual da Ordem Carmelita, muito embora a Ordem só tenha sido formalmente fundada no século XII. Os primeiros eremitas que habitaram no Monte Carmelo, na Terra Santa, além de terem como principal referência a Virgem Maria, também se inspiraram na vida e no espírito do profeta Elias. Tem por isso a nossa Ordem a sua origem nuns eremitas que habitavam, junto à fonte, como nos narram vários documentos.